Música

Paolo Nutini vai pela primeira vez ao Brasil para uma apresentação única em SP

Dono de uma voz marcante e inconfundível, o cantor escocês Paolo Nutini se apresenta pela primeira vez no Brasil no próximo dia 29, sábado, na Audio. Trata-se de uma apresentação única, com abertura da cantora Luiza Lian.

Com influências que passam por David Bowie, Damien Rice, Oasis, The Beatles, Pink Foyd e outros, o cantor apresenta seus maiores sucessos, como “Iron Sky”, “Jenny don’t be hasty”, “Rewind”, “New Shoes”, “Last Request”, e outros.

 

Paolo Nutini @ Audio - SP
Sábado, 29 de abril, às 23h
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, São Paulo
Ingressos: R$220
Vendas online: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=PAOLNSP17

Telefone: 11 3862-8279
Site: www.audiosp.com.br
Capacidade: 2500 pessoas
Classificação etária: 18 anos

Classe artística brasileira se une em campanha histórica pela "Demarcação Já"; veja o clipe

Você já ouviu falar em Artivismo? Confira abaixo o clipe da música "Demarcação Já!", que acaba de ser divulgada pela Mobilização Nacional Indígena.

A campanha traz uma homenagem de artistas aos povos indígenas do Brasil e reforça a importância deste tipo de movimento que une "arte, cultura e ativismo social".

Resultado de uma parceria das organizações Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA) e Bem-Te-Vi Diversidade com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e as produtoras Cinedelia e O2 Filmes, a canção ganhou vida graças ao trabalho de mais de 25 artistas. Eles doaram seu talento para apoiar os direitos indígenas, em especial a garantia do território, que é vital para a sobrevivência física e cultural desses povos.

 

"Sem mais embromação na mesa do Palácio,
Nem mais embaço na gaveta da Justiça,
Nem mais demora nem delonga no processo,
Nem retrocesso nem pendenga no Congresso.

Nem lengalenga, nhenhenhém nem blablablá!

#DemarcaçãoJá!"

(Trecho cantado por Criolo)



Em tempo: vale lembrar que representantes de diversos povos indígenas de todo o país estão acampados em Brasília, até dia 28 de Abril. De acordo com a página oficial do movimento no Facebook, "apoiadores e voluntários continuam a chegar na capital do país para o 14º Acampamento Terra Livre, em uma semana de luta". 

Para se juntar a eles e apoiar a causa, compartilhe o vídeo com a tag #DemarcaçãoJá.

A demora na demarcação não só deixa territórios de florestas vulneráveis à invasão de grileiros, madeireiros e garimpeiros, como também acirra conflitos, colocando os povos indígenas em perigo, como ocorre com os Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul.

A demarcação é essencial para garantir o modo de vida dos povos indígenas. Negar essas terras aos povos indígenas é negar seu direito de existir. Atualmente, segundo dados do ISA, há no território brasileiro mais de 250 povos, falantes de mais de 150 línguas diferentes. Ainda segundo dados do Instituto, estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas.

FICHA TECNICA:

Letra: Carlos Rennó
Música: Chico César
Direção: André Vilela D'Elia 
Produção: Cinedelia

Baiana System participa do clipe de Carnaval do iPhone 7 Plus; assista

A banda BaianaSystem se uniu à rapper paulista Yzalú em novo clipe, com versão do clássico "Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua". O vídeo faz parte de uma campanha de Carnaval da Apple para divulgar o Modo Retrato do iPhone 7 Plus. 

Confere aí!

Carnaval 2017: Armandinho, Dodô e Osmar lança música em homenagem ao folião de rua; escute

A banda Armandinho, Dodô e Osmar acaba de lançar música inédita, “Pra que Corda?”, numa homenagem ao folião pipoca - aquele que curte o Carnaval livremente, fora dos blocos e camarotes privados.

Com melodia de Armandinho e Aroldo Macêdo e letra de Octácio, a música é um frevo elétrico com a marca registrada da banda, a guitarra baiana. A faixa celebra a pipoca, formada pelos foliões que brincam o Carnaval de graça, fazendo a maior festa do mundo junto ao Trio Elétrico mais importante e tradicional da folia baiana: Armandinho, Dodô e Osmar.

Quem segue o Fobicão pelas ruas da folia baiana participa de um espetáculo único, vibrante e democrático. Como dizem os Irmãos Macêdo – Betinho, Armandinho, Aroldo e André – “cordas, só nos instrumentos.”

Leia mais:


Viva o Carnaval de rua

Quem vem acompanhando o Carnaval de Salvador nos últimos anos já percebeu que a época dos blocos privados, os chamados "trios com corda", vêm ano após ano virando coisa do passado.

O apelo do público pra "baixar as cordas" ganha força com a popularidade de novas estrelas da música baiana, como os fenômenos BaianaSystem e Igor Kannário. Em paralelo, surge uma nova dinâmica de mercado, onde o patrocinador passa a apostar no artista e na exposição que ganha no trio e não mais no bloco fechado. A quem diga que seria o resultado de uma crise na indústria da Axé Music.

Artistas consagrados como Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Saulo e Bell Marques já aderiram à nova "moda" de cantar para os fãs sem o cordão de isolamento que separa quem comprou o abadá (camisa estilizada do bloco) do “povão”. 

Quem ganha com esse novo momento é o próprio Carnaval de Salvador – festa criada pelo e para o folião "pipoca", a verdadeira expressão do Carnaval tradicional de rua, um legado deixado pelos patronos da folia e criadores do trio elétrico e da guitarra baiana: Dodô e Osmar.

“Pra Que Corda?” (Armandinho Macêdo / Aroldo Macêdo / Octácio)

PIPOCA

Pra que corda?
Pra que corda?
Se a pipoca tá com a corda toda

Pra que corda?
Pra que corda?
Abaixe a corda que a pipoca vai passar.

Sou folião da paz
Eu quero é mais
Carnaval é alegria
Tô na folia
Da união e do amor
Em Salvador
Vou até o fim da linha
Se Deus quiser
Tô na pipoca pro que der e vier.

Pra que corda?
Pra que corda?
Se a pipoca tá com a corda toda

Pra que corda?
Pra que corda?
Abaixe a corda que a pipoca vai passar.

A pipoca taí?
Eu quero ver
Essa pipoca tá botando pra ferver

A pipoca taí?
Eu vou mostrar
Só quero corda na guitarra pra tocar.

Pra que corda?
Pra que corda?
Se a pipoca tá com a corda toda

Pra que corda?
Pra que corda?
Abaixe a corda que a pipoca vai passar.

Kiko Dinucci antecipa músicas de seu novo disco em dois vídeos; confira

Nesta terça-feira (31), Kiko Dinucci apresenta os primeiros registros de seu projeto solo Cortes Curtos -- cujo lançamento está previsto para fevereiro -- em dois vídeos ao vivo para a série Stripped Sessions, do site redbull.com. Acompanhado de Marcelo Cabral no baixo e Sérgio Machado na bateria, ele apresenta versões exclusivas de "No Escuro" e "Crack para Ninar".

Kiko é um dos personagens mais emblemáticos da nova música brasileira e está por trás dos projetos Metá-Metá, Passo Torto, Bando Afromacarrônico e, recentemente, da estreia solo de Juçara Marçal -- sua companheira no Metá-Metá --, com o disco Encarnado.

Cortes Curtos é marcado, entre outras coisas, pela habilidade que o cantor, compositor e multi-instrumentista tem de musicar histórias cotidianas que acontecem nas ruas da cidade de São Paulo. Esse é o mote central do primeiro disco solo de Kiko, que chega aos ouvidos dos fãs no início de fevereiro.

Veja os vídeos de "No Escuro" e "Crack para Ninar": 

Assista ao clipe da faixa "Crack de Ninar"

Gravado no Red Bull Studio São Paulo, o álbum é composto por 15 canções nas quais Kiko Dinucci promove um encontro imaginário entre o samba soturno e paulistano de Paulo Vanzolini com o pós-punk dos anos 1980. As faixas, curtas e diretas, são pequenas crônicas urbanas do cotidiano caótico da cidade de São Paulo, que levam o ouvinte a uma viagem sonora de forte conteúdo imagético percorrendo os bairros centrais de São Paulo.

Sobre o Red Bull Studio São Paulo

Desde 2013, o Red Bull Studio São Paulo funciona como um espaço de experimentação e produção musical para artistas dentro do Red Bull Station, onde funcionou a antiga subestação de energia Riachuelo. Com altíssimo padrão técnico, o estúdio é reservado para talentos de estilos diversos, independente de sua abrangência ou tempo de carreira. Por ali, já passaram nomes como Metá Metá, Nação Zumbi, Emicida e Arto Lindsay.